sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Conhecendo autores de nossa cidade: Marivete Souta
Essa semana iniciamos um projeto que visa valorizar autores locais, nesse caso a escritora Marivete Souta, iniciamos com as leituras de seus livros em grupo e logo após cada um fez um resumo e contou o que havia entendido do livro. Começamos muito bem, todos estão ansiosos para conhece-la pessoalmente.
sábado, 29 de junho de 2013
Trabalho do Projeto Vamos Ler do Jornal da Manhã
Alunos debatem sobre a sua alimentação a partir de dados da cesta básica
Gastos das famílias
Publicado em 28 de Junho de 2013, às 00h00min | Autor: Talita Moretto, da redação
Estudantes analisam o valor da cesta básica
Professora faz relação entre o salário mínimo atual e a alimentação das famílias ponta-grossenses, destacando a alta nos preços dos alimentos de consumo diário.
Com o objetivo de elaborar, em sala de aula, argumentos sobre a atual situação financeira das famílias que vivem em Ponta Grossa e relacionar a má alimentação com o valor do salário mínimo, a professora da Escola Municipal Professora Dércia do Carmo Noviski, Sandra Espindola Carneiro, mediou - na turma do 5º ano ‘B’ - a leitura da matéria “Cesta básica do ponta-grossense fica mais cara”, publicada dia 07 de junho no Jornal da Manhã. Esta notícia foi a escolhida para análise e interpretação por trazer dados relacionados à realidade da pessoas da comunidade.
Segundo Sandra, a turma já havia feito um teste sobre alimentação saudável, onde a maioria dos alunos apresentou uma pontuação muito inferior ao esperado porque seus cardápios não contemplam todos os nutrientes necessários para uma boa alimentação. “Visando discutir o resultado do teste e associá-lo às compras referentes aos itens de uma cesta básica, partimos para a discussão da noticia e elencamos os itens que haviam sofrido alteração no preço que, neste caso em específico, foram os hortifrutigranjeiros”, lembra.
A professora conta que as crianças fizeram vários questionamentos, por exemplo, sobre o número de pessoas em uma família. “No estudo divulgado através da notícia, estava que uma família é composta por três integrantes, o que esta longe da nossa realidade”, diz. Todos também estavam curiosos sobre qual era a porcentagem do salário mínimo que se gasta na compra da cesta básica e a relação disso com as escolhas das suas mães, que optam por comprar o necessário, mas nem sempre os alimentos mais saudáveis, como peixes, frutas, verduras e legumes.
Cada aluno produziu um texto colocando a sua opinião a respeito da notícia e do debate com os colegas. “Fiquei muito contente em perceber o ponto de vista de cada um, alguns mais alheios aos acontecimentos e outros já com opiniões formadas em relação às famílias numerosas, ao baixo valor do salário mínimo que malmente da para comprar os alimentos básicos. Percebi também a valorização de muitos deles sobre conseguir um emprego que pague mais que o salário mínimo, ou seja, a necessidade de estudar e ter uma profissão melhor remunerada”, comenta a professora.
Sandra revela que as discussões renderam muito mais assuntos do que o esperado e “os jovens conseguiram perceber que uma notícia pode abrir um grande leque para discussões e interpretações da vida de cada um deles, e que mesmo sendo crianças, podem interpretar e criar argumentos a partir de uma notícia tão série quanto essa”.
Segundo Sandra, a turma já havia feito um teste sobre alimentação saudável, onde a maioria dos alunos apresentou uma pontuação muito inferior ao esperado porque seus cardápios não contemplam todos os nutrientes necessários para uma boa alimentação. “Visando discutir o resultado do teste e associá-lo às compras referentes aos itens de uma cesta básica, partimos para a discussão da noticia e elencamos os itens que haviam sofrido alteração no preço que, neste caso em específico, foram os hortifrutigranjeiros”, lembra.
A professora conta que as crianças fizeram vários questionamentos, por exemplo, sobre o número de pessoas em uma família. “No estudo divulgado através da notícia, estava que uma família é composta por três integrantes, o que esta longe da nossa realidade”, diz. Todos também estavam curiosos sobre qual era a porcentagem do salário mínimo que se gasta na compra da cesta básica e a relação disso com as escolhas das suas mães, que optam por comprar o necessário, mas nem sempre os alimentos mais saudáveis, como peixes, frutas, verduras e legumes.
Cada aluno produziu um texto colocando a sua opinião a respeito da notícia e do debate com os colegas. “Fiquei muito contente em perceber o ponto de vista de cada um, alguns mais alheios aos acontecimentos e outros já com opiniões formadas em relação às famílias numerosas, ao baixo valor do salário mínimo que malmente da para comprar os alimentos básicos. Percebi também a valorização de muitos deles sobre conseguir um emprego que pague mais que o salário mínimo, ou seja, a necessidade de estudar e ter uma profissão melhor remunerada”, comenta a professora.
Sandra revela que as discussões renderam muito mais assuntos do que o esperado e “os jovens conseguiram perceber que uma notícia pode abrir um grande leque para discussões e interpretações da vida de cada um deles, e que mesmo sendo crianças, podem interpretar e criar argumentos a partir de uma notícia tão série quanto essa”.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Mídias e educação
Estou trabalhando com o projeto Vamos Ler do Jornal da Manhã de Ponta Grossa, um ótimo projeto vale a pena dar uma passeada pelo site www.vamoslerjornaldamanha.com.br e conferir o que pode ser feito a partir de um jornal.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Depois de longas férias....retomando...
Em um discurso proferido na Universidade de Pequim, intitulado "O importante é o coração", Dr. Daisaku Ikeda, em partes diz:
"São as pessoas que pavimentarão o caminho do futuro de nosso mundo, e não há influência maior no desenvolvimento de um indivíduo que a educação sólida e centrada no ser humano. O saber é a força fundamental que constrói a sociedade e molda a era. Essa fonte nutre e forja o potencial infinito latente em todos nós, direcionando nossa energia para a criação de valores".(IKEDA, 2010, p. 8) http://lotusmappo.blogspot.com.br/2011/04/dia-da-educacao-28-de-abril.html
É isso que nós educadores fazemos, criamos valores humanos para um mundo em constante transformação...
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Uso das mídias no cotidiano escolar
Ao refletir, depois de
todos os trabalhos apresentados no curso Ensinando e aprendendo com as TIC’s,
percebi que não importa qual é a mídia utilizada, o que importa é o comprometimento
e vontade do professor em querer melhorar sua prática e cativar seus alunos
para o aprender.
Partindo de técnicas de
pintura, jogos, utilizando rádio, TV, celular, câmera ou o laboratório de informática,
com todos seus recursos, podemos com certeza tocar nossos alunos e despertá-los
para o que realmente importa, ou seja, seu desenvolvimento enquanto estudante.
As experiências com as
tecnologias nos fornecem uma gama de alternativas para complementar nossa
prática diária, enriquecer com várias propostas para desenvolver nosso
trabalho.
Acredito que devemos
começar aos poucos, então, logo teremos uma resposta rápida por parte dos
alunos, pois eles estão esperando que nós professores apresentemos novos
caminhos para que possam crescer e desenvolver-se em sua totalidade.
De nada vale as
tecnologias se não existir professores inclinados a utilizá-las.
Com certeza em Ponta
Grossa – Pr temos vários professores dispostos a continuar esse maravilhoso
trabalho.
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